A Maldição de Mac-Dhurbam

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A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Sex 22 Fev 2013 - 12:35

Ano de 1193 DC, na gélida fronteira entre a Inglaterra e Escócia está situado o Scottish Borders, nele está o condado Mac-Dhurbam. As belas paisagens e esplendor local encantam viajantes e mercadores que passam pelo condado. Ele não é bem dizer uma rota de comércio mais é usado vez em quando pelos comerciantes de Northumberland, o maior condado próximo ao Scottish Borders. Em Mac-Dhurbam existe o vilarejo de Wicksmire, ele é bem pequeno e está situado em um local com colinas sempre salpicadas de neve. As terras do vilarejo, bem como seus vizinhos Ghaulapan, Stockshire e Oblayie pertencem ao Conde de Northumberland, Armán Caster Wilshere - O Bravo, sua linhagem lutou para conseguir tomar o território dos nativos da região e expandir seus domínios. O sobrinho do Conde Armán, Phineas Blark Wilshere é o responsável por cuidar de suas terras. Ele se estabeleceu em um pequeno castelo em Ghaulapan e vigia de perto o patrimônio da família até seu primo mais velho Jhonattan possuir idade para assumir o legado do Conde Armán. Jhonattan é muito devotado e obediente ao pai, em contrapartida, seu irmão mais novo William parece não se importar muito com as coisas e é tratado com um sonhador, postura que irrita profundamente o Conde.

Entretanto, todo clima de paz que reina nas terras de Armán começam a ser ameaçados, um estranho fenômeno começa a abater a terra e matar os animais dos fazendeiros, pessoas começam a ficar doentes e muitas veem a falecer. O primeiro lugar a sofrer deste mal foi Oblayie, muitas pessoas abandoram suas casas e se refugiaram em outros vilarejos e pequenos assentamentos feitos de improviso pelas famílias. Phineas reune uma pequena tropa, esta marcha em direção a Oblayie, porém, não retorna e não há notícias do que pode ter ocorrido. A peste, como os camponeneses chamam, avança e começa seus efeitos em Stockshire, do mesmo modo lento e letal. Phineas a essa altura pede ajuda a seu Tio, que resolve enviar um contingente maior para o local, afim de descobrir qual a real situação. Pouco mais de 100 homens partiram e somente 1 retornou, este homem de sorte regressou completamente louco, não dizendo coisa com coisa, ou melhor, repetia sempre a mesma ladainha "o arauto da morte visitava o lugar e o decompositor arava os campos". O sobrinho do conde é muito pressionado pelas pessoas e o medo o sufoca, em 2 de Junho de 1193 ele comete o suicídio em uma manhã fria de primavera, em seu bilhete um pedido de desculpas ao tio e palavras que indicavam que algo veio buscá-lo. Armán decidiu ele mesmo ir até as terras do extremo norte e investigar, não poderia perder mais ninguém, junto com ele não mais do que 10 homens de confiança e diferentes de todos os outros, qualquer mal que tivesse se enraizado na terra seria tirado a qualquer custo. Em Ghaulapan a comitiva do Conde viu uma terra enfraquecida, quase sem vida e as pessoas ficando cada vez mais fracas e adoecendo, seus olhos se enchiam de raiva pelo que estava acabando com tudo que havia conquistado. Os nobres guerreiros de Northumberland adentraram o território, porém, seus destinos são desconhecidos até hoje. O fardo das terras do norte recaiu para a condessa Marie Wilshere, seu período no poder foi curto durando apenas 2 anos, pois, logo Jhonattan teria idade para assumir as responsabilidades deixadas por seu pai. A obcessão do filho mais velho de Armán era tentar encontrar seu pai nas terras amaldiçoadas pela praga e quando assumiu o poder tentou a todo custo financiar uma campanha até as terras do extremo norte, porém, ninguém estava disposto a ir em tal empreitada. Mesmo mercenários não queiram arriscar suas vidas após os boatos de morte e horror contados pelos camponeses, só restou ao novo conde esperar uma oportunidade e não poderia deixá-la passar. Se passaram mais 5 anos, outrora sonhador William, irmão do conde, se torna um nobre guerreiro e propõe ao irmão liderar um campanha até Wicksmire, mesmo com protestos da condessa e reprova de seus conselhiros Jhonattan aceita a oferta e envia o irmão e mais 50 homens para as terras amaldiçoadas, acredita-se que a determinação de William trará uma solução aquele lugar abandonado por Deus. Entretanto, depois de 6 meses apenas o escudeiro de William retorna, um garoto de 11 anos de nome Ariel. Ele relata que foram perseguidos por seres estranhos e que era como se a terra lutasse contra eles também, no fim, um a um começou a sofrer de males como fraqueza e loucura até somente os mais fortes ficarem de pé e dentre eles estava William. Os sobreviventes eram capturados quase sempre a noite, algo cruzava os céus e os levava, em certa ocasião os poucos restantes da tropa de William lutaram contra um ataque a um refúgio dos combalidos combatentes e ao matar um dos inimigos foi percebido que se tratará de um antigo companheiro. Todas as esperanças foram por terra, mais William teve a idéia de escoltar Ariel até os limites de Wicksmire, afim de que ele fugisse e encontra-se o Conde. Mesmo ferido e cansado todos ajudaram nesta última missão e mesmo debilitado Ariel pode relatar para espanto e despero do Conde Jhonattan tudo que havia ocorrido. Uma semana depois, Ariel morre misteriosamente enquanto dormia e o Conde está em situação delicada, sem saber como agir Jhonattan fortifica as defesas do condado, vilas e povoados próximos, também dobra a vigilancia nas estradas utilizando até mesmo homens com pouco treinamento. Muitas vezes são cometidos equívocos e só aumenta a desaprovação do Conde que fica recluso e guarda sua dor por um ano. Em 1201 as notícias sobre as terras ao extremo Norte começam a mudar, alguns relatam que a praga terminou e que aos poucos alguns tentam voltar, já outros dizem que a terra está estéril e não há nada o que fazer, o certo é que tudo é muito desencontrado e vago. Para o Conde algo de muito ruim ainda vaga naquelas terras e um dia este mal virá novamente a tona, ele só espera que antes disso alguém tenha forças para detê-lo.


Última edição por LeoPrata em Qui 26 Set 2013 - 14:49, editado 3 vez(es)


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Sex 22 Fev 2013 - 12:57

Off: Nat sua personagem é de Abville na fronteira da França com Gales, logo as informações que passarei não terão chegado para você. Tony devido ao seu personagem você também não tem ciência da informação que irei passar, pelo menos não da maneira humana. Aos demais podem começar a fazer suas suposições a partir da carta abaixo, mesmo para os que não vivem próximos ao norte da Grã-Bretanha

[Selo] [Real]

Para todos aqueles que adentrarem terras ao Norte, o Conde Jhonattan amparado pelo poder do Rei, solicita que todo homem saudável e apto se aliste nas forças de guarda de Mac-Dhurbam. O lugar está sendo reerguido e deve conter patrulhas constantes em seus vilarejos próximos e fronteira com Scottish Borders. As casas e pertences daquele que se alistar serão mantidos, o Conde oferecerá terras e viagem segura aos familiares dos alistados que quiserem se juntar a ele e viver em Mac-Dhurbam. A primeira cidade do Norte a iniciar os alistamentos será Northumberland e contará com a presença do próprio Conde semeando as bençãos para os nobres de coração que ajudaram a fazer novamente as terras geladas do norte férteis. Mesmo aqueles que estiverem em débito com a sociedade poderão ter o perdão e suas dívidas pagas auxiliando na lida da terra e na construção de casas em Mac-Dhurbam.

Northumberland, 14 de Julho de 1201


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Sab 23 Fev 2013 - 14:25

Codigo: Oscar Gunter
Spoiler:

O lupino vive no coração da Floresta Negra Alemã, um local de poder puro onde batalhas gloriosas contra Wyrm já foram travadas. O poderoso Caern atrai a atenção de muitos servos da inimiga, mais os Fenris da Seita Bravura e Coragem nunca se deixaram vencer e sempre esmagaram seus inimigos. Arns seu mentor o levou para este território de seus ancestrais faz pouco tempo, mais lá o jovem Cliath vem aprendendo e desenvolvendo suas habilidades e parece que logo o que aprendeu até agora será testado. Alguns Cliaths serão levados para serem testados em uma missão de reconhecimento de uma área humana chamada Mac-Dhurbam, foi dito que Fenris, Fianna e Garras Vermelhas se reuniram em um conclave no Caern Guardiões do Mar Norte, o Jarl Ingam Nobre Coração mantém boa fluência com o Jarl do Caern Bravura e Coragem, Faro para Guerra. Oscar está entre os Cliaths que serão enviados, a princípio ele não iria, mais Arns disse que seria bom para testar as habilidades do lupino. A missão será verificar o que ocorreu na terra que foi devastada por um tipo de praga que matou humanos, lobos e quem sabe até Garous
.


Codigo:August Faux
Spoiler:


Seu refúgio atual fica nos arredores do castelo Fainner, o Senhor do castelo Fausto Slaim é parente dos presa e provê como pode seus irmãos. Chegou ao conhecimento do nobre o alistamento feito pelo conde Jhonattan. Fausto conheceu o Pai do conde e decidiu estar presente no evento no condado de Northumberland, sendo assim, recrutou alguns de seus soldados e pediu para um dos Garou próximos vir com ele até o distante condado. August não estava muito inclinado a ir, porém, algo o chamava a esta jornada.



Última edição por LeoPrata em Qua 24 Abr 2013 - 20:25, editado 3 vez(es)


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Seg 25 Fev 2013 - 15:05

Codigo: Amora Deschamps
Spoiler:


Em sua humilde casa dentro de um grande bosque em Abville, Amora recebe um visita inesperada de alguns cavaleiros da Gália, um deles bate palmas e diz...

???? - Bom dia, meus cavaleiros precisam de água. Poderia nos ajudar...Oi

Amora observa 4 cavaleiros armadurados e portando espadas longas, possuem um símbolo de uma torre em vermelho nos escudos e na túnica. Um dos homens desce do cavalo, aliás, os animais estão inquietos. Este homem que desce fala...

??? - A casa pode estar abandonada, vou entrar para verificar.


Codigo: Presa de Sangue
Spoiler:


Já faz algum tempo que rumores de algumas matilhas de lobos do Norte sendo exterminadas chegaram ao seu conhecimento, atualmente o jovem Ahroun encontrou conforto junto a uma seita mista entre Crias e Garras Vermelhas em Blastter, vilarejo pertencente a Cumberland. Nas florestas tradicionais de pinheiros o Anciã da seita Pétalas ao Vento teve uma visão de que humanos trouxeram um grande mal as terras ao Norte e agora novamente estão prestes a levar problemas. Existe um Caern Fianna poderoso e que abriga Garou honrados que protegem as terras da região, eles irão realizar uma reunião com mebros da Cria em breve. Os Garras a princípio não entrariam em problemas dos símios, porém, lobos também foram envolvidos na insanidade dos macacos e agora os Garras se sentiam impelidos a agir e mandar uma pequena representação para a tal reunião. Os mais jovens na seita estão ansiosos para se tornarem parte dos que irão a reunião, já outros continuam sem se importar muito, mais a verdade é que em geral um certo "medo" tomou conta de todos depois das visões da Anciã.


Codigo: Adrien Dilermando
Spoiler:

O jovem erudito recebeu por estes dias uma carta do Conde Jhonattan de Northumberland, nela um pedido para que os intelectuais estivessem ao lado do Conde no dia de seu discursso para o povo voltar a ocupar as terras ao norte conhecidas como Mac-Dhurbam. Mesmo não se mantendo fixo em um lugar Dilermando soube que um tipo de praga se abateu por aquelas bandas e houveram grandes perdas, incluindo parentes do próprio conde. Além do apoio de pessoas esclarecidas Dilermando também crê em uma estratégia para tirar os misticismos do povo e assim tornar mais fácil a expedição até as terras ao norte. Contudo o jovem Filho de Gaia vê com preocupação esta jornada que o Conde pretende empregar e talvez sua presença se faça mais que necessária.
Off: Atualmente você se encontra em WestMore Land, sua função está sendo ensinar o filho de um abastado comerciante e senhor de terras em Markshires. Logo o Sr. Essius Tuck ganhará um título de nobreza e seu filho Horacios Tuck deve estar preperado para um dia sucedê-lo.
 


Última edição por LeoPrata em Ter 1 Out 2013 - 14:31, editado 2 vez(es)


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  Natalie em Ter 26 Fev 2013 - 8:19

Amora ouviu o tropel dos cavalos antes mesmo de vê-los. A floresta era calma, e todo aquele som não era de predadores, só humanos conseguiam ser tão pouco discretos. Lembrando-se das regras de território, ela preparou-se para recebê-los da maneira que seu comportamento faria por merecer.

Seu machado ficou encostado perto da porta, e ela esperou no umbral dela até que eles se aproximassem. Sua figura feminina podia ser enganadoramente frágil, mas ela não tinha a postura submissa das mulheres dos castelos. Ela lutava todo dia pela sobrevivência e não temia nenhum homem, mesmo homens armados.

???? - Bom dia, meus cavaleiros precisam de água. Poderia nos ajudar...Oi

Amora apreciou a cortesia educada do cavaleiro, e o pedido de ajuda sincero e quase humilde. A fraqueza não era uma qualidade que ela valorizasse, mas o reconhecimento das próprias necessidades e limitações era importante mesmo para grandes guerreiros.

Falou num tom educado e cortês, como ele tinha usado:

- Há um riacho próximo daqui, onde podem encher seus cantis.

Um dos homens desce do cavalo, aliás, os animais estão inquietos. Este homem que desce fala...

??? - A casa pode estar abandonada, vou entrar para verificar.

A opinião de Amora mudou instantaneamente. Invasores desrespeitosos que julgavam ter direitos sobre seu território a irritavam demais. Ela deu um passo para fora do umbral, sua mão prestes a fechar-se sobre o cabo do machado para brandi-lo contra o visitante abusado.

Sua voz saiu feroz e autoritária:

- Esta é a minha casa e não está abandonada, cavaleiro! E você só pode entrar nela se eu assim o permitir!

Amora já estava pronta para lutar e dar orgulho ao Grande Fenris.


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Ter 26 Fev 2013 - 13:58

Amora - Natalie

O primeiro dos cavaleiros fala...

??? - Jêrome...Abaixe sua espada. Perdão senhora, não tínhamos a intenção de perturbá-la. Não conseguimos avistá-la a tempo, foi um mal entendido. Estamos na estrada há muito tempo e temos que estar sempre prevenidos. Sou Persus Reveilleíre, filho de Micalli Reveilleíre e líder dos cruzados de Abville. Estamos em perseguição a um assassino bastante perigoso, este homens que estão comigo são os sobreviventes de um grupo de 20 cavaleiros que foram em busca do vil assassino.


O que estava mais próximo e avistou Amora empunhando o machado com olhos cerrados, abaixa rapidamente a espada depois da ordem dada por Persus e assim que seu líder termina de falar ele pede desculpas para Amora...

Jêrome - Desculpe Me-Lady, a estrada prega peças e nós fomos surpreendidos por uma delas, este estripador já atacou inocentes demais e agora também levou a vida de bons cavaleiros. Achamos que ele poderia ter vindo para estas bandas, mais creio que erramos.

Persus desce do cavalo e fala para a jovem Fenris....

Persus - Iremos até o rio abastecer nossos coldres, obrigado. Sem querer abusar de sua hospitalidade, mais haveria um lugar onde possamos conseguir provisões e um guia? Nossa jornada para o norte até Cardiff será longa, vamos precisar nos abastecer e de alguém para nos guiar até lá.

Persus é um homem de feições maduras, sua voz é firme e mesmo o tom de alguns fios grisalhos na sua cabeça não desmerece seu porte nobre e vigoroso. A jovem Fenris mesmo sem conhecer muito da vida a fora, tem quase que certeza plena que o que os cavaleiros procuram não é algo que eles possam capturar.


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  Tony.Zefs em Ter 26 Fev 2013 - 19:56

Estou no Caern a algum tempo... É um bom lugar para poder reunir novamente as forças e poder obter uma direção para encontrar o poderoso Javali ou alguma pista sobre meu pai. O local é partilhado pelos Crias de Fenris, estamos no coração de uma floresta de pinheiros, aqueles que se aventuram pelas terras dos Símios chamam esse local de Blastter.
Estou patrulhando os arredores do Caern em minha forma natural, sinto o cheiro forte da madeira, do orvalho, ouço os animais ao longe, encho os pulmões com o ar da floresta. Sinto a sua respiração e sei que estou em casa naquele local.
Ouvi rumores sobre extermínio de matilhas de lobos do norte, a Anciã teve uma visão sobre um grande mal que foi despertado pelos humanos. Um reunião foi clamada pelos Fiannas com os Crias. A minha tribo não iria interferir nos assuntos dos símios, porem esse mal ameaça até mesmo a nós Lobos.
"Os humanos estão envolvidos em todas as formas de destruição, foi assim com a minha família e mais uma vez acontece ao Norte, meu pai pode estar por lá. Preciso ser um dos escolhidos para a Reunião. Ao menos vou poder alertar a todos sobre os humanos e poderemos para-los antes que o mal se torne mais poderoso. Alem de que posso recolher maiores informações sobre as minhas buscas."
Termino a minha patrulha e retorno para o local de reunião do Caern.


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  Zayrus em Ter 26 Fev 2013 - 23:03

Os dias se passam como uma brisa fraca, nem sempre percebida, mas em um longo período este pequeno sinal pode se tornar grandioso. Havia abandonado a França em busca de respostas, procurava me aproximar de Deus, O todo poderoso que regia minha viada, e ao mesmo tempo me interar com o novo mundo o qual eu pertencia, a sociedade Garou, isto é claro sem esquecer de minha busca por esclarecimentos que envolviam meu passado; eu realmente tinha muito à fazer.

Em terras amigas sou agraciado pela hospedagem de um Parente dos Presas de Prata, e de fato era grato pelo gesto, ainda assim, seu pedido de escolta não me parecia se enquandrar em uma motivação nobre o suficiente para minha compania; contudo, algo me empurrava a querer presenciar tal visita, aquilo era um sinal, eu podia sentir.

Entre orações pedia sabedoria para tomar o caminho certo, e eis então que me decido, partiria juntamente a Augusto. Ainda não havia comunicado minha decisão, mas estava prestes a fazer isso; após selar Ébano e aprontar minhas vestes e equipamentos de viajem, me dirijo até o castelo Fainner para me encontrar com o senhor do mesmo, saio de casa após me certificar de que tudo estava em ordem, executando o sinal da cruz pedindo proteção divina.
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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Qui 28 Fev 2013 - 15:30

Presa de Sangue

Presa termina sua patrulha e vai ao local onde os Garras decidem quem deverá ir até as terras do Norte. A Anciã se faz presente para dar o aval final, ela só aceitará aqueles que possuírem um propósito. A ida até o Norte terá como intuito escutar o que os Fianna e os Crias da região tem a dizer, bem como porque não fizeram nada para ajudar os lobos em agonia.

Todos estão nas suas formas lupinas e sentados esperando a palavra do Vigia Sopro da Conquista quanto aos que serão designados na tarefa.


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Qui 28 Fev 2013 - 15:38

August Faux

O jovem mancebo se dirige até o castelo Fainner, lá encontra a caravana que irá ao Norte. O senhor do castelo, Fausto Slaim já está pronto. Um dos soldados assim que avista August fala....

??? - Olá jovem, sou Cornellius e agradecemos sua vinda. Será designado para guarda onde estará o próprio Fausto. As estradas para o Norte são cheias de saqueadores e outros imprevistos.

Falando de uma forma baixa e somente para August escutar Cornellius diz ao se aproximar...

Cornellius - Alguns aqui são parentes do Presa de Prata, sei que você é um Garou e por isso o designei para cuidar do Sr. Fausto. Tenha cuidado com o véu, se alguma coisa acontecer não haja por impulso.

Após isso o homem de meia idade fala em voz alta...

Cornellius - Vamos nos preparar para a partida antes do sol raiar.


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  Zayrus em Qui 28 Fev 2013 - 18:18

O clima era familiar, o mesmo ar de insegurança de sempre, isso era notável em caravanas, e logo que sou recebido consigo perceber isso mais diretamente, no entanto, meu receptor me dá as boas vindas antes de mais nada dizendo: "??? - Olá jovem, sou Cornellius e agradecemos sua vinda. Será designado para guarda onde estará o próprio Fausto. As estradas para o Norte são cheias de saqueadores e outros imprevistos." Asceno positivamente com a cabeça em um breve comprimento ao homem, ainda montado em Ébano, e escuto ele falar com certa precaução após se aproximar: "Alguns aqui são parentes do Presa de Prata, sei que você é um Garou e por isso o designei para cuidar do Sr. Fausto. Tenha cuidado com o véu, se alguma coisa acontecer não haja por impulso." Aquilo soava u? Tanto estranho, mas preferia acreditar que era mera paranóia.

Tinha muita coisa em mente, mas até agora estava desconfortável com a ocasião, não me via muito bem fazendo oque fazia naquele momento, precisava de mais incentivo, por hora permanecia calado, apenas esperando o primeiro contato com Fausto, e fitando todos da caravana, precisava reconhecer meu rebanho. Mesmo o senso de humor não sendo meu forte, dou um leve sorriso enquanto analiso os homens a minha volta: *Um Lobo guardando ovelhas hein?! Quem diria... Ser Garou e ser Cristão são coisas de mundos bem diferentes, preciso entender como Deus age aqui... Talvez essa viajem seja mais esclarecedora do que imagino.*
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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  Tony.Zefs em Qui 28 Fev 2013 - 21:29

Presa termina sua patrulha e vai ao local onde os Garras decidem quem deverá ir até as terras do Norte. A Anciã se faz presente para dar o aval final, ela só aceitará aqueles que possuírem um propósito. A ida até o Norte terá como intuito escutar o que os Fianna e os Crias da região tem a dizer, bem como porque não fizeram nada para ajudar os lobos em agonia.

Todos estão nas suas formas lupinas e sentados esperando a palavra do Vigia Sopro da Conquista quanto aos que serão designados na tarefa.

Chego no local onde serão escolhidos aqueles que iram realizar a tarefa. Salvo os que estão cuidado do Caern todo estão presentes. Me coloco no melhor local de destaque que meu Augúrio e Posto permitam! Ouço com atenção o que é pronunciado e caso seja questionado quem deseja ir para a reunião eu tomo a dianteira e me pronuncio.

"Eu gostaria de poder realizar essa tarefa, venho das florestas do norte, minha família foi morta pelo humanos em duas ocasiões, meu pai desapareceu e eu agora o busco, no Caern posso obter maiores informações e alertar as outras tribos sobre o cheiro de morte que os humanos carregam. Não são predadores como nós, caçam e matam para satisfazer seu Egos."



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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  Natalie em Sex 1 Mar 2013 - 11:16

??? - Jêrome...Abaixe sua espada. Perdão senhora, não tínhamos a intenção de perturbá-la. Não conseguimos avistá-la a tempo, foi um mal entendido. Estamos na estrada há muito tempo e temos que estar sempre prevenidos. Sou Persus Reveilleíre, filho de Micalli Reveilleíre e líder dos cruzados de Abville. Estamos em perseguição a um assassino bastante perigoso, este homens que estão comigo são os sobreviventes de um grupo de 20 cavaleiros que foram em busca do vil assassino.

"Cruzados perseguindo um assassino? Que estranho..."

Amora impressionou-se ainda com a matança produzida por um único homem contra vinte cavaleiros.

Jêrome - Desculpe Me-Lady, a estrada prega peças e nós fomos surpreendidos por uma delas, este estripador já atacou inocentes demais e agora também levou a vida de bons cavaleiros. Achamos que ele poderia ter vindo para estas bandas, mais creio que erramos.

- Estripador? Seria algum garou? Mas ninguém entrou aqui...

Amora abaixou a cabeça, numa deferência à prontidão do homem e às suas baixas em combate.

Persus - Iremos até o rio abastecer nossos coldres, obrigado. Sem querer abusar de sua hospitalidade, mais haveria um lugar onde possamos conseguir provisões e um guia? Nossa jornada para o norte até Cardiff será longa, vamos precisar nos abastecer e de alguém para nos guiar até lá.

Aurora apanhou sua capa e sua bolsa, empunhando em seguida o machado, enquanto explicava:

- Vou levá-los até o rio. Se quiserem, posso arrumar provisões e guiá-los até Cardiff, conheço o caminho. Mas acham que ainda conseguirão pegar o assassino, apenas vocês quatro?


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Qua 6 Mar 2013 - 17:20

Amora

- Vou levá-los até o rio. Se quiserem, posso arrumar provisões e guiá-los até Cardiff, conheço o caminho. Mas acham que ainda conseguirão pegar o assassino, apenas vocês quatro?

Persus olha para jovem com olhar desapontado e fala em tom fúnebre...

Persus - Com vosso perdão Milady, mais não recuaremos. Sabemos que a morte está próximo indo ao encalço do assassino, porém, faremos de tudo para que este vil ser pague pelo seus crimes.

Após proferir estas palavras ele fala em um tom mais ameno...

Persus - Agradeço que nos fornecerá provisões e nos guiará até Cardiff. chegando lá perdirei para um dos altos membros da ordem lhe recompensar da maneira que queira.

Persus faz um sinal para os homens se aprontarem para ir até o rio encher seus coldres. Enquanto isso ele esperará por Amora.


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Qua 6 Mar 2013 - 18:22

Presa de Sangue

O jovem Garra fala de suas intenções aos mais velhos. Sopro da Conquista espera pela decisão final da Ancião Pétalas ao Vento que vê no pedido de Presa de Sangue muita determinação e uma busca. Após ser ouvido a Anciã fala ao Vigia que logo depois vai até o jovem Garra e fala...

Sopro da Conquista - Você pode ir, tem a permissão da venerável Anciã. Só não esqueça de pensar primeiro nos irmãos perdidos do que em você mesmo.

Presa de Sangue entende que após a tal reunião entre os Cria e os Fianna do Norte terá que verificar alguma floresta onde foram mortos os rebanhos de lobos.


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Qua 6 Mar 2013 - 18:41

August

A caravana parte ao raiar do Sol, logo ele está ao lado da carruagem que leva Fausto Slaim. August pode ver um homem já castigado pelos anos e com semblante sereno. O Presa de Prata se mantém calado até escutar o próprio Fausto lhe perguntar...

Fausto - O que busca nesta jornada cavaleiro?

A voz fraca corta a alma de August, fazendo sua mente disparar, afinal, muitas coisas já tinham se passada para o jovem Presa e nem mesmo ele sabia o porquê Deus o havia escolhido para aquela tarefa.


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  Zayrus em Qua 6 Mar 2013 - 22:59

Com passos curtos e arrojados, Ébano marchava sob meu comando. Meu olhar era distante, me perdia em meus pensamentos enquanto sabia que podia, logo deveria estar longe o suficiente do castelo para começar a dar alguma atenção ao meu redor, de forma alguma por mim, Deus estava do meu lado e nada haveria de acontecer, mas pelas vidas as quais havia confiado proteção.

Mesmo que com todas as distrações pessoais, sou posto novamente em meu estado de atenção total quando Augusto me questiona: "O que busca nesta jornada cavaleiro?" Naquele momento tomo o olhar para ele, mas logo volto a observar a estrada falando com o mesmo tom distante o qual apresentava a pouco: -Você me deu um teto o qual dormir, gratidão já seria uma boa palavra. No entanto, Deus me iluminou em meio a minhas orações, nem sempre entendo os motivos dos meus atos, mas confio minha vida a ele, e se é isto que ele me pede, assim farei sua vontade.... Até o último dia de minha vida.-
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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  Tony.Zefs em Qui 7 Mar 2013 - 6:15

O meu pedido é ouvido. Vejo o vigia aguardar a decisão da Anciã. Sinto meus pelos se agitarem ante a expectativa de poder encontrar respostas e proteger meus irmãos.
"Espero ser o escolhido, preciso alerta-los sobre o mal que esse animais que fingem ser predadores despertaram"
Observo os vigia e a anciã conversando. Ele se aproxima de mim após ouvir a escolha da anciã.
Sopro da Conquista - Você pode ir, tem a permissão da venerável Anciã. Só não esqueça de pensar primeiro nos irmãos perdidos do que em você mesmo.
Entendo o pedido do vigia, e sei que os objetivos para Gaia vem a frente do que a busca pessoal.
Assumo uma posição de gratidão pela escolha, e comunico sobre a minha tarefa ao vigia e a anciã.
"Não se arrependeram! Aniquilarei o mal que aflige nossos irmãos, mesmo que apenas o meu uivo retorne ao Caern para contar que Gaia é vitoriosa! Alertarei também os Fiannas e os Crias sobre o odor que os humanos carregam em sim."
Falado isso, me retiro para a floresta, afim de estar em harmonia com Gaia, realizo meu rituais ara aumentar meu vinculo a Gaia.! Sinto a grama sob minhas patas, o cheiro das presas que se escondem ante a minha presença!
"Como podem os humanos quererem machucar a natureza? Ela é a vida..."
Quero passar uma noite antes de partir em viagem a reunião.
Antes que o sol nasça, comunico ao vigia a minha partida em direção ao Local da reunião!
"Devo me apressar, após a reunião, irei investigar sobre os lobos atacados e fazer o mal pagar por todo o sangue derramado!"


Narração
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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  Natalie em Qui 7 Mar 2013 - 9:07

Amora apreciou a coragem e honradez de Persus. Sua determinação em não abandonar a batalha era digna dos maiores guerreiros de Fenris.

Elarespondeu:

- Fico feliz de ajudá-los em sua jornada.

Ela entrou na cabana, juntando rapidamente todas as provisões que tinha e organizando seus pertences para uma viagem de vários dias. Colocou tudo numa sacola grande e selou sua casa, fechando bem as portas e janelas.

Voltou para junto dos cavaleiros e disse:

- Vou levá-los pelo caminho mais rápido até Cardiff para que possam descanar antes de lutarem novamente com o rufião.


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Sab 9 Mar 2013 - 10:15

August Faux

Fausto sorri com as palavras do jovem cavaleiro e retruca...

Fausto - Gratidão...algo somente encontrado em pessoas de boa fé. Fico feliz por enxergar as coisas como devem ser, porém, me preocupa quando diz que confia sua a vida a Deus. Ter fé é grandioso e enaltece o espírito, mais deveria confiar sua vida também em você mesmo, és um cavaleiro e fostes treinado para muitas coisas ou não?


O velho faz uma pausa e tosse por um instante, uma tosse seca do cansaço da idade, em seguida ele completa...

Fausto - Se não fosse por fé não teria compaixão e eu creria que o Conde Jhonattan possa ter sua sanidade trazida. Voltar a uma terra que já se mostrou hostil não é muito sábio e prudente.


O jovem Presa não está totalmente ciente do que o espera nas terras do Norte e as palavras de Fausto fizeram ele querer saber um pouco mais.


Última edição por LeoPrata em Sab 9 Mar 2013 - 10:54, editado 2 vez(es)


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Sab 9 Mar 2013 - 10:24

Presa de Sangue

O jovem Garra Vermelha ao amanhacer procura o Vigia para partir, ele o encontra juntamente com o Vigia do Portão, Visão Aguçada que reune mais dois Garou juntamente com Presa de Sangue para partir. O Vigia do Portão abrirá uma ponte da lua até uma pequena seita multi-tribal de Garras Vermelhas e Filhos de Gaia chamada Rocha Verde, o próprio Visão Aguçada alerta a todos que estão ali...

Visão Aguçada - Não se impressionem se escutarem tolices sobre tolerância e respeito entre lobos e símios. Naquelas bandas nossa tribo começou a dar ouvidos a isso. Respeitem o território alheio mais não deem ouvidos. Fui claro.

Todos escutam com atenção e logo Visão Aguçada usa o seu fetiche para abrir a ponte da lua. Muitos nunca viajaram através de uma ponte da lua e ficam admirados pela beleza e poder. É possível mesmo distante ver do outro lado o Vigia da seita da Rocha Verde esperando pelos jovens. Antes de partirem Visão Aguçada deseja força e pede a proteção de Gaia para os jovens que agora tem a ponte da lua para percorrer até o seu destino.


Última edição por LeoPrata em Sab 9 Mar 2013 - 10:56, editado 3 vez(es)


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  LeoPrata em Sab 9 Mar 2013 - 10:51

Amora

Após estarem abastecidos de água e provisões, os cavaleiros partem junto com Amora para jornada até Cardiff. A jovem Garou conhece as estradas e como o caminho pode ser traiçoeiro, a primeira parada ela já tem em mente e será no fim do dia próximo a um pequeno vilarejo chamado Xeles. Neste local eles podem encontrar comida para os cavalos e abrigo se assim desejarem. A pincípio a idéia seria acampar, mais dependerá das condições do tempo.

A jornada corre sem contratempos e nada de estranho ocorre até a chegada próximo ao pequeno vilarejo. Amora pode sentir um odor de podre no ar, o silêncio impera e nenhum som vem do vilarejo. Todos permanecem de prontidão e Pesus faz um sinal para todos o seguirem até o vilarejo. A luz natural do sol já está terminando e logo eles precisaram de uma fogueira e tochas para passarem a noite.


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  Zayrus em Sab 9 Mar 2013 - 15:04

Escutava calmamente as palavras do ancião apesar de não concordar em parte do que era dito, era respeitoso, assim como era com todos, mas aquele era um homem marcado pelo tempo, sem dúvida teria o mínimo de sabedoria em suas palavras pelo quanto já havia vivido.

A primeira carga de palavras me remetem algum nexo, mesmo que de opinião, a segunda no entanto me deixa um pouco perdido, penso por alguns segundos como se mediesse as palavras, levo a direção do olhar novamente para o velho homem e digo: -Entendo seu ponto de vista, mas veja bem, se tenho minha vida e forma elaborada por um ser de força maior, e que sacrificou seu único filho para que eu pudesse respirar, por quê seria hipócrita ao ponde de me julgar mais que a mão de sua obra na Terra? Isso pode parecer estranho aos seus olhos, mas não é mera crendisse, sinto isso como parte de mim, e se sou forte, é pela vontade de Deus, para que possa levar sua obra a diante. Ainda assim, os reais motivos desta viajem me intrigam, poderia me esclarecer um pouco mais sobre essa trama?-
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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  Natalie em Seg 11 Mar 2013 - 10:37

Amora guiou os cavaleiros pelas florestas, rumo a Cardiff. Ela iria protegê-los, mas estava em dúvida se era melhor acampar próximo aos vilarejos habitados, onde os cavaleiros estariam mais seguros, ou no meio das matas, onde ela poderia mudar de forma sem se preocupar com outros humanos em Delírio.

Quando estava quase anoitecendo, eles chegaram a Xeles, um pequeno vilarejo. Até os cavaleiros notaram a ausência de sons, e os sentidos aguçados da fenrir detectaram o cheiro podre quase imediatamente. Amora estava acostumada a caçar à noite e o fogo não era uma ferramenta necessária para ela, mas os cavaleiros logo estariam tão cegos quanto morcegos quando a escuridão caísse.

Andando na dianteira ao lado de Persus e empunhando seu machado, Amora começou a explorar o vilarejo silencioso.


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Re: A Maldição de Mac-Dhurbam

Mensagem  Tony.Zefs em Seg 11 Mar 2013 - 18:43

Ao me encontrar com o vigia, vejo que outros dois Garous o acompanham, eles iram me acompanhar na missao. Estudo eles e procuro me lembram algo sobre eles.

O vigia explica que ira abrir uma ponte para um Caern chamado Rocha Verde, partilhado por Garras e Filhos de Gaia.

"Filhos de Gaia... Inúteis, vivem protegendo o rebanho..."

O vigia nos alerta sobre os Garous que formam a seita da Rocha Verde.

Visão Aguçada - Não se impressionem se escutarem tolices sobre tolerância e respeito entre lobos e símios. Naquelas bandas nossa tribo começou a dar ouvidos a isso. Respeitem o território alheio mais não deem ouvidos. Fui claro.

Ouço com atenção o alerta do Vigia, afinal ele e mais sábio que nós cliaths.

"Certo, tem a minha palavra que respeitaremos as palavras, mesmo que a fúria brilhe nos meus olhos."

O vigia ativa o seu fetiche, abrindo a ponte da Lua, ao longe podemos ver o outro Caern e o vigia que nos aguarda.

Viro-me para o Vigia e agradeço a oportunidade e a hospitalidade. E logo após viro-me para os companheiros e falo de forma autoritária porem mantendo o a polidez ao lhe dar com irmãos.

"Vamos irmãos, que Gaia e o Grifo nos acompanhem.

Entro na ponte da lua e sigo em direção a seita da Rocha Verde.

"A sensação de atravessar é indescritível. O poder emana da Ponte como se estivesse vivo"


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